Água que corre, bolhas que sobem
O som de rio desta página tem duas partes. A primeira é a correnteza: um sopro que fica no meio do espectro, sobre uma base mais grave, e que muda de força bem devagar, como um riacho que nunca corre exatamente igual. A segunda são as bolhas: centenas de sons curtinhos que sobem de tom, espalhados à esquerda e à direita, como a água que bate nas pedras e borbulha. Com fones, você fica no meio do riacho.
Tudo é calculado ao vivo pelo navegador, numa volta de 16 segundos emendada sem corte, e as bolhas são sorteadas de novo a cada vez que a página abre.
Um som de água sem ritmo
O rio é o som de água mais regular desta página. Ele não tem o vaivém das ondas do mar, nem as gotas soltas da chuva, nem trovões. Por isso ele some rápido da atenção, o que é bom tanto para dormir quanto para estudar. As bolhas dão vida ao som sem criar um padrão que o cérebro tenta acompanhar.
| Situação | Por que o rio ajuda |
|---|---|
| Dormir com barulho de rua | Cobre o trânsito com um som contínuo, mais vivo que um ruído liso |
| Estudar em casa | Disfarça a TV e as conversas sem chamar atenção |
| Meditar ou relaxar | Um fundo natural, sem ritmo para seguir |
| Trabalho focado | Combina com blocos de 25 min do timer Pomodoro |
Ajuste sugerido
Para pegar no sono, um timer de 30 a 45 minutos e o volume entre 3 e 5. No fim, o som não corta de uma vez: ele vai baixando durante o último décimo do tempo, no máximo dois minutos. Para trabalhar, use fones e deixe o volume só um pouco acima do barulho que você quer esconder. Se as bolhas incomodarem, o ruído verde tem um sopro parecido, sem nada por cima.